Os developers da jQuery estão a trabalhar numa versão para os dispositivos móveis, e chegaram agora à versão beta 3. Esta framework trás algumas novidades para o desenvolvimento de aplicações móveis, e uma extensa lista de correcções. A versão final deverá ficar pronta no final deste mês de Setembro.
WordPress Resource – Excluir páginas em wp_list_pages
A função wp_list_pages do WordPress permite listar todas páginas do seu blog. Normalmente fica colocado no ficheiro header.php do seu theme.
Em certas situações precisamos de esconder “páginas de apoio” da navegação principal, ou até páginas importantes que estão referenciadas por outros modos.
<?php wp_list_pages('exclude=123,456&title_li='); ?>
Neste exemplo, as páginas com a ID 123 e 456 foram excluídas da lista. Para se ver uma ID de uma página, no dashboard vai-se a Pages > Edit, localiza-se a página em questão e coloca-se o rato por cima da palavra “edit” a ID aparece no URL da status bar.
10 factos que não se aprende num curso de Design
Quando andava na escola, os alunos tinham sempre conversas de intervalo em que o tema era: “Para que é que ando a estudar ‘Os Maias’ se o que quero ser é (inserir-profissão-aqui)”. Entretanto, andamos no ensino superior e quando saímos de lá sentimo-nos como “o mestre que sabe tudo”. (Em alguns casos até se nota isso durante o processo de aprendizagem).
Bem, encontrei um artigo que resolvi partilhar com todos. Quem o escreveu, é designer freelancer há 5 anos. Neste tempo que passou, aprendeu várias coisas que não se aprendem na Universidade.
1. O vosso diploma não ajuda a encontrar emprego.
Sim, é verdade. Um cliente não quer ver o vosso diploma, mas antes o vosso portfolio. Pois é este item que mostra o que vocês valem e o que conseguem fazer.
2. Um bom design precisa de tempo e reflexão.
Quando se está no tempo de ensino, um professor dá um prazo suficiente para fazer um bom trabalho. Na vida real, o patrão ou cliente quer os trabalhos feitos para ontem. A partir daqui, quando acordamos em fazer um trabalho rápido, só nos vão surgir aqueles items menos bons. Continue Reading
O que faz um bom cartão de visita
O que se faz para que os nossos cartões empresariais, sejam eles festivos ou de contacto/visita, sejam meramente profissionais? Para não apresentarmos a empresa como amadora e para não perdermos oportunidades de negócio, um bom cartão faz toda a diferença!
1. Seguir a linha da empresa.
Se a linha gráfica da empresa segue em tons de azul, logótipo, produtos, merchandigins, etc, porque raio é que o cartão deveria ser vermelho? Não faz sentido. As cores da empresa têm de ser logo associados à instituição. O Azul para o F.C.Porto, o verde para o Sporting e o vermelho para os CTT. não é muito difícil seguir esta regra, pois se apresentamos (nós designers) uma coisa totalmente diferente ao cliente, é certo que vai rejeitar.
O melhor é pedir o manual de normas gráficas logo à cabeça. Se o cliente não tiver, bem… proponham-lhe a elaboração de um.
2. Utilizem as medidas standard.
Pode parecer estranho o que vou dizer agora mas, as medidas standard de cartões de visita não são sempre as mesmas dos cartões de crédito. Aqui em Portugal pode-se seguir por esse caminho. Mas, se formos fazer cartões para um cliente Americano, as medidas são totalmente diferentes.
Fica em baixo uma tabela das medidas mais frequentes em vários países:

Se por acaso precisar de tirar alguma dúvida sobre medidas e/ou tipos de papel, nada melhor do que dirigir-se à gráfica de eleição
3. Inclua todos os detalhes cruciais.
Deve-se incluir todos os dados que se achem necessários para o cliente o conseguir contactar sem problemas. Mas nada de atafulhar o cartão com coisas irrelevantes como um mapa de localização, ou a sua fotografia. Não utilize também e-mails de alojamentos grátis como o gmail ou yahoo. Fica bem ter um e-mail empresaxpto@gmail.com no seu cartão de visita? Não! Limitem-se ao nome, logótipo, funcionário, cargo do funcionário, e dados de contacto.
4. Espaço em branco é importantíssimo.
Quando alguém se apresenta e me dá o seu cartão, a primeira coisa que faço é apontar notas. O espaço em branco é muito útil neste factor. Normalmente quando faço os meus cartões, deixo sempre a face traseira em branco. Não só corto nos custos de impressão, como dou oportunidade às pessoas para tomarem notas boas (ou menos boas) sobre mim. E é por causa das notas que…
5- Não imprima os cartões em papel glossy (brilhante).
Pela razão acima referida. É difícil escrever neste tipo de papel. E mais. Um papel brilhante não quer dizer que brilhe no escuro. Um papel brilhante funciona bem quando há incidência de luz sobre ele. E quando há incidência de luz, deixa-se de ver o conteúdo. Isto não é nada bom. Já para não falar de que só há determinadas espessuras desse tipo de papel e todas elas baixas, ficando assim um cartão “mole”.
6. Impressão de qualidade.
Já me aconteceu no passado várias vezes (mas não muitas) entregarem-me cartões borrão. O que é isto? São todos aqueles cartões, que devido à sua fraca qualidade de impressão, me pintam as mãos, ou o sitio onde os guardo. Outra questão da impressão que se deve ter em conta, é a sua leitura. Se for num papel rugoso, dificulta-a e muito. E já que estamos a falar de leitura, aconselho a não colocar fontes menores do que 11pt. Isto porque não queremos que os nossos potenciais clientes tenham de agarrar em lupas para ver o nosso contacto.
7. Não escreva cargos Geek.
Esta vai directamente para os ingleses, que nos cartões, como profissão costumam colocar coisas tipo: “Code Ninja”, “Code Poet” ou “Marketing Overlord”. Casos destes vêem-se em português do mesmo género, mas mais raramente. Seja como for, não invente cargos só para dar a sua piada. Não é profissional.
Pearl Crescent Page Saver – Firefox Plugin
Como designer, passo algum do meu tempo a tirar screenshots, e no mac às vezes não é tarefa fácil. Porquê? – perguntam vocês. Ora, acontece que a simplicidade do sistema, esqueceu-se de chegar às capturas de ecrãs. Temos de usar entre 3 a 4 teclas simultaneamente para termos uma imagem. Pelo menos numa coisa é boa. A imagem pode ser guardada automaticamente para uma pasta à nossa escolha, com a extensão que quisermos. Assim evita de andarmos a abrir aplicações desnecessariamente apenas para “colar e gravar” uma imagem.
Surge agora uma alternativa, para conseguirmos capturar imagens de sites na web. O Pearl Crescent Page Saver, uma extensão para o Firefox, consegue tirar screenshots de páginas inteiras – e não apenas da área visível – com um simples clique do rato. Não tem problemas com o Flash nos sites, como as outras extensões e tem uma excelente capacidade de ser configurável ao nosso gosto.
Vale a pena experimentar! Existe uma versão PRO ($15 USD) e outra Basic que cobre todas as tarefas mais comuns.
Flip4Mac
Para se conseguir ver ficheiros wmv no Mac OS e no QuickTime é necessário instalar drivers. O Flip4Mac trata-nos do problema.
Por enquanto ainda só está disponivel uma versão beta para o Snow Leopard, mas ainda não encontrei nenhuma incompatibilidade ou bug.
Para verem as versões existentes, visitem este site.


